A série 'Tremembé' trouxe de volta aos holofotes Suzane Von Richthofen, uma das criminosas mais comentadas dos anos 2000 e responsável por arquitetar a morte dos pais junto dos irmãos Cravinhos, que os mataram a pauladas. Depois de 12 anos e 7 meses detida no 'presídio dos famosos', onde se envolveu com Sandrão e viveu um triângulo amoroso com Elize Matsunaga, a ex-presidiária hoje vive do artesanato.
Cumprindo regime aberto desde 2023, Suzane Von Richthofen não possui perfil pessoal nas redes sociais e nem dá entrevistas públicas há 10 anos. No entanto, a famosa abriu uma empresa em Angatuba, no interior de São Paulo, onde comercializa chinelos customizados à mãos com diversos adereços, incluindo brilhos, pedrarias, além de bolsas e acessórios.
E, com o sucesso da produção do Prime Video, onde é protagonista e interpretada por Marina Ruy Barbosa, Suzane viu o perfil de sua loja, que chama 'Su Entrelinhas', bombar no Instagram. No último final de semana, quando ultrapassou os 100 mil seguidores (atualmente conta com quase 140 mil), a famosa se pronunciou pela primeira vez após a série 'Tremembé' e agradeceu ao apoio do público.
"Gratidão imensa a todos que estão mandando mensagem no WhatsApp! O carinho e a procura têm sido tão grandes que eu ainda não consegui responder todo mundo – mas podem ter certeza: todas as mensagens serão respondidas", escreveu nos stories do Instagram.
"Sou eu mesma que cuido de cada atendimento, com todo amor e atenção, por isso às vezes posso demorar um pouquinho. Obrigada de coração pela paciência, pela compreensão e por estarem comigo. Com carinho, Su Entrelinhas", completou Suzane Von Richthofen.
Suzane Von Richthofen fazia faculdade de Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e estava no primeiro semestre do curso quando os pais foram assassinados, e, posteriormente, foi presa. Na época, ela teve aulas com ninguém menos que Eliana Passarelli, Promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo e comentarista do programa 'Alô Você', do SBT.
Recentemente, Eliana relembrou que os colegas de classe consolaram a ex-presidiária: "Toda a classe, os colegas dela - porque o ocorrido aconteceu quando ela estava no primeiro ano - estiveram no velório e a consolaram. A cena que temos, com ela no caixão, mostra todos os meus ex-alunos atrás dela. É muito louco! Aquilo comoveu de tal maneira, e todos sentiram muita pena dela. Foram até a casa dela, tentaram fazer com que ela ficasse mais feliz. Consolaram essa menina, que era completamente afetuosa".
"Na sala de aula, ela era uma menina normal, com inteligência dentro das expectativas das notas, e brincava com um professor querido, que não vou dizer o nome. Ele tinha o rosto bem rosado e uma aparência de Papai Noel, então, ela ia até as bochechas dele e brincava, dizendo: ‘Oi, professor! Você vai ser o meu Papai Noel no Natal’. Imagino que hoje ele não queira ser nada. Não era um comportamento infantil, era algo dissimulado e amigo, de uma pessoa que se aproximava", completou a ex-professora.